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O Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA) projeta 2026 como um ano de ampliação de sua atuação na consolidação da bioeconomia na região, com fortalecimento de cadeias produtivas, avanços em inovação tecnológica e maior integração com cooperativas, startups e instituições de pesquisa.
As perspectivas para o próximo ano foram definidas durante a 3ª reunião ordinária do Conselho de Administração do CBA, quando também foi aprovado o Plano de Ação para 2026.
Entre as principais diretrizes previstas estão o aprofundamento de projetos com cooperativas e associações do interior do Amazonas, ampliando a geração de renda a partir do uso sustentável da biodiversidade, além da modernização dos laboratórios do CBA, apoiada por investimentos estimados em parcerias com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).
O planejamento para 2026 também contempla a ampliação do programa CBA Open, iniciativa que conecta startups, pesquisadores e empresas interessadas em desenvolver soluções baseadas em ativos da floresta, e a implementação do Sistema de Gestão da Qualidade, em cooperação com o Inmetro, com expectativa de acreditação pela norma ISO 17025 para os laboratórios do Centro no próximo ano.
A reunião foi presidida pela secretária de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Júlia Cruz, e contou com a presença de conselheiros representantes de instituições parceiras e da diretoria do CBA.
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Espaço CBA
Durante o encontro, a secretária destacou a evolução recente da instituição em infraestrutura e articulações institucionais, ressaltando que o Espaço CBA de Inovação passou por reformas, está em funcionamento e já recebe startups, além de organizações ligadas à pesquisa e à inovação industrial.
Segundo ela, a ampliação dessas conexões deve resultar em entregas concretas para a Amazônia ao longo de 2026.
Além das projeções para o próximo ano, o Conselho aprovou o Relatório Financeiro semestral e deu posse aos novos integrantes do Conselho Consultivo Técnico-Científico, que irão assessorar as atividades de pesquisa e desenvolvimento.
O diretor-geral do CBA, Márcio Miranda, avaliou que o balanço de 2025 cria bases consistentes para o próximo ciclo e indicou que 2026 tende a ser marcado por maior cooperação entre os diferentes atores do ecossistema amazônico de bioeconomia, reforçando o papel do Centro como indutor de inovação sustentável na região.
“O CBA encerra 2025 com um saldo extremamente positivo – construímos parcerias estratégicas, ampliamos nossas ações institucionais e fortalecemos a articulação com os atores do ecossistema de bioeconomia. A aprovação do Plano de Ação 2026 nos permite avançar com confiança, com foco em resultados concretos para a região e no fortalecimento do nosso papel como motor de inovação sustentável na Amazônia”, afirmou.
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