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Que a Inteligência Artificial (IA) vai ser revolucionária em várias frentes os utilizadores já sabiam, pois têm sido alertados nesse sentido. Contudo, segundo um investigador de segurança da Anthropic, que se demitiu da empresa, na semana passada, “o mundo está em perigo”.

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Na sua carta de demissão, partilhada no X, Mrinank Sharma explicou que decidiu sair da Anthropic devido a preocupações relacionadas com a IA, armas biológicas e o estado do mundo em geral.
Fundada em 2021 por uma equipa de antigos funcionários da OpenAI, a norte-americana Anthropic posiciona-se como mais orientada para a segurança na investigação em IA, comparativamente aos seus rivais.
Na Anthropic, Mrinank Sharma liderava uma equipa que investigava medidas de segurança de IA.
Today is my last day at Anthropic. I resigned.
Here is the letter I shared with my colleagues, explaining my decision. pic.twitter.com/Qe4QyAFmxL
— mrinank (@MrinankSharma) February 9, 2026
Investigador na área da IA admitiu estar preocupado com o mundo
Entretanto, na sua carta de demissão, afirmou que as suas contribuições incluíam investigar os motivos pelos quais os sistemas de IA generativa bajulam os utilizadores, combater os riscos de bioterrorismo assistido por IA e estudar "como assistentes de IA poderiam tornar-nos menos humanos".
Segundo disse, apesar de ter apreciado o seu tempo na empresa, estava claro que "chegou o momento de seguir em frente".
O mundo está em perigo. E não apenas devido à IA ou às armas biológicas, mas por toda uma série de crises interligadas que se desenrolam neste exato momento.
Escreveu Sharma, conforme citado, acrescentando que tinha "visto repetidamente como é difícil deixar que os nossos valores governem as nossas ações". Segundo ele, mesmo a Anthropic "enfrenta constantemente pressões para deixar de lado o que é mais importante".
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